Como Banir a Violência do nosso Meio?

            Não foi senão com algum espanto que assisti o ápice de uma manifestação de pura bestialidade entre duas torcidas consideradas “organizadas”, ao assistirem o confronto de seus times: Vasco da Gama e Atlético Paranaense.

            Foi verdadeiramente estarrecedor a forma como as pessoas, em ambos os lados, investiam brutalmente umas contra as outras. O saldo? Muitos feridos, embora nenhum com risco de morte.

            Ainda assim, este assunto precisa de nossa atenção, para que possamos perceber como, de forma muito sutil porém crescente, a violência está assumindo espaço em nossa sociedade. Precisamos, portanto, compreender como ela chega a tais proporções, para que possamos eliminá-la ainda em estado embrionário.

            A violência, como todos as outras mazelas que vem destruindo a humanidade, não é algo que “surge do nada”. De modo algum! Tudo tem um princípio, uma fase embrionária, e com a violência não é diferente.

            Se, portanto, pudermos reconhecer o “embrião” da violência, poderemos matá-lo, em vez de proporcionar-lhe um ambiente no qual possa crescer a proporções incontroláveis. É como a larva da dengue! Se eliminarmos os possíveis focos, não nos incomodaremos com a dengue. Não é diferente com a violência.

            Como uma criança que é concebida dentro do ventre de uma mulher, a violência também começa de forma imperceptível, cresce, e finalmente “vem à luz”, é manifesta com todas suas consequências.

            Ora, a “semente” da violência é o ódio, ou, simplesmente, a ausência de amor. De um modo muito simples, se tomarmos como fato a regra máxima registrada na Bíblia que diz: “Quem não ama não conhece a DEUS, porque DEUS é Amor”, então entendemos que a violência só é alimentada e cresce na vida daquelas pessoas que vivem distantes de DEUS, em cujos corações não há a Presença de DEUS.

            Isso lhe parece muito genérico? Muito banal?

            Então aguarde o próximo artigo… Identificando os Estimuladores da Violência!

Sobre Carlos A. Bächtold

Sou um discípulo de JESUS CRISTO. Casado com Adriana Bahiense Scansetti Bächtold, temos dois filhos: Daniel e Débora. Atualmente resido em Foz do Iguaçu, onde busco ser semelhante a JESUS, crendo em tudo o que ELE ensinou e obedecendo a tudo o que ELE ordenou. Para isso busco viver segundo o Evangelho do Reino, procurando fazer discípulos por onde vou. No momento atuo como professor de ensino fundamental na Rede Municipal de Educação.
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