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NOVIDADE DE VIDA

Leitura:  Romanos 6:4

Nascemos pecadores! Nosso ego, desde muito cedo, exige atenção e, mais que isto, quer ser “servido”. Almejamos ser o centro do universo, julgamos que todos devem satisfazer nossas vontades. Somos assim desde o berço!

Pensamos que um bebê é “puro” e “inocente”… Que engano! Desde cedo ele tenta “manipular” aqueles que estão à sua volta… Chora, pendindo atenção!

Crescemoms, e encontramos novas formas diferentes de “manipulação” das pessoas… Essa é nossa natureza! Queremos ser servidos! Queremos ganhar sempre! Ter! Queremos sempre mais e mais, nunca estamos satisfeitos. Nosso ego quer “estar no trono” e “governar” tudo e todos. Queremos ter o controle de tudo!

Quando algo foge ao nosso controle, ficamos aborrecidos, irritados, nervosos. Buscamos sempre os nossos interesses e, se necessário, mentimos e “lutamos” por eles.

Depois, conhecemos o dinheiro e as coisas que ele pode comprar… É quando, então, nossa vil natureza começa a se agigantar; se não tomarmos cuidado, o “amor ao dinheiro nos subjugará” e seremos capazes de “fazer qualquer coisa por dinheiro”.

Nesse momento, se sucumbirmos ao amor ao dinheiro, teremos entrado pelo “caminho de Balaão”, que “amou o prêmio da injustiça”. Sem dúvidas, não há esperança para nossa natureza! Estamos condenados!

Não há como “melhorar” a humanidade!

A única esperança, a única saída, é uma “nova vida”, uma “nova natureza”.

E foi isto que JESUS nos trouxe!

JESUS não veio pregar uma nova religião!

JESUS não veio ensinar uma nova “filosofia”!

ELE veio nos trazer “VIDA”!

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Igreja ou Organização?

Leitura: MT. 16:18; 18:17 – AT. 2:1; 2:2; 1:13,14; 12:5,11,12; 11:24-26.

Interessante observarmos sentenças como: “reunidos no mesmo lugar”; “o Espírito Santo encheu toda a casa onde estavam assentados”.

Observamos, nos textos acima, que o lugar onde os cristãos estavam reunidos, quando receberam o enchimento do Espírito Santo, era uma moradia, uma casa. Não estavam “no templo” em Jerusalém, mas numa casa.

Observamos, também, que as pessoas que criam eram “batizadas” “imediatamente”, passando, então, a “estar junto”. Em Atos 12, vemos Pedro guardado na prisão e “a igreja fazendo oração por ele”. Logo após ser solto, Pedro não vai para um templo, mas “para a casa de Maria, onde muitos estavam reunidos e oravam”.

Enfim, ao procurarmos, no Novo Testamento, pela palavra “Igreja”, observamos que ela sempre esta associada à “pessoas”, e não “a um templo” ou “construção específica”. Antes, está relacionada com as pessoas que se identificam com CRISTOAT. 11:24-26.

Em parte alguma das Escrituras Sagradas a palavra igreja está relacionada a um templo religioso, como o fazem em nossos dias.

Na Bíblia, o termo Igreja está vinculado aos “discípulos de JESUS CRISTO” em determinada localidade – todos os que moram numa mesma cidade; e cada igreja era “independente”, isto é, não existia uma “igreja matriz” e “suas filiais”.

No início do cristianismo, na verdade, nem mesmo denominações existiam. Os seguidores de JESUS eram identificados com termos como:

  • discípulos – MT. 8:23; 10:1;
  • irmãos – AT. 11:1; RM. 1:13;
  • santos – RM. 1:7; 1 CO. 1:2;
  • cristãos – AT. 11:26

Quanto às igrejas, estas se identificavam com a cidade onde se encontravam os discípulos, como vemos nos textos a seguir:

  • AT. 2:47; 8:1,3;
  • 2 CO. 1:1
  • 1 TS. 1:1
  • AP. 1:4; 2:1,8,12,18; 3:1,7,14

Cada carta, no Novo Testamento, quando direcionada à uma “igreja”, era à igreja em determinada cidade. Em Apocalipse, temos as “sete igrejas da Ásia”, e em seguida, são citadas sete cidades da Ásia, com “uma igreja em cada cidade”.

No Novo Testamento, quando é mencionado “igrejas”, sempre está se referindo a uma região que abrange várias cidades, portanto, várias igrejas.

A ideia de formar “grupos” de cristãos, divididos por suas “lideranças”, é reprovada na Bíblia – 1 CO. 3:1-7; 12:12-27. Entretanto, embora reprovada, a divisão foi profetizada nas Escrituras como sendo um sinal do fim dos tempos, uma marca da apostasia.

É bom atentarmos e refletirmos no que a Bíblia nos fala a esse respeito:

2 JO. 9-11; 1 JO. 2:19; 2 PE. 2:1-15; 2 TM. 4:3,4; 1 TM. 4:1-3; CL. 2:8 e referências.

Certamente se refletirmos em oração diante do SENHOR sobre cada um desses textos, e sobre esse conjunto, não teremos dúvidas em qual atitude tomar em nossos dias.

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JESUS não é Miguel…

a volta de Jesus

Leitura Bíblica

IS. 9:6; 10:20,21; JR. 32:18

JO. 20:28

HB. 1:2,3

MT. 28:18

AP. 1:7,8 (o Todo Poderoso) 22:12,13,20; 21:6; 1:17,18

HB. 1:6-8 (v. 10 compare-se com JO. 1:1-3, 10)

AP. 2:8 – IS. 48:12,13 – AP. 22:13

AP. 22:8,9; 19:10

AT. 2:36 / FP. 2:11 / JD. 9

DN. 10:13 — O “príncipe da Pérsia… Miguel “um dos primeiros príncipes”.

DN. 10:21—- Miguel, “vosso (de Israel) príncipe”.

DN. 12:1 Miguel, o… príncipe que “se levanta pelos filhos do teu povo”.

JD. 9 O “Arcanjo” (príncipe de anjos) Miguel

AP. 12:9 Miguel e seus anjos.

Basta um exame desses textos para vermos que JESUS – “o” Príncipe da Salvação – HB. 2:10 – não é Miguel – o “príncipe de Israel” – DN. 12:1.

Ao examinarmos as passagens acima podemos concluir que:

Em Relação à Miguel

JD. 9 menciona Miguel como sendo um “arcanjo”; enquanto que o texto de DN. 10:13 nos mostra que ele é “um dos primeiros príncipes”.

DN. 10:13, 20, 21 mencionam Miguel como sendo o “príncipe de Israel” (Nação), mencionando ainda outros “dois príncipes” – o “príncipe do reino da Pérsia (príncipe dos persas) e o “príncipe da Grécia”.

De acordo com EF. 6:12 há “principados” e também “príncipes” espirituais nas regiões celestiais

Inferimos, pois, de tais passagens, que embora o termo “arcanjo” seja citado uma única vez na Bíblia, associado apenas a Miguel, tal termo significa “um príncipe de anjos”, e mais ainda, que tal “principado” tem como jurisdição ou território uma Nação, ou um país; pois os textos mencionados citam dois outros “príncipes” de mesmo nível que Miguel. Logo, tais “príncipes” (dos Persas e da Grécia) são, também, arcanjos. Miguel tem seu nome citado por ser o arcanjo da nação com a qual DEUS fez uma aliança.

Já os textos de CL. 1:16-19; JO. 1:1-3; AT. 2:36; FP. 2:11; JD. 9; mostram que Miguel e JESUS são pessoas distintas, não são a mesma pessoa, pois Miguel falou que somente o SENHOR (JESUS) podia repreender a Satanás: “… o SENHOR te repreenda”. “E toda língua confesse que JESUS CRISTO É O SENHOR…”.

Também em AT. 9:4,5 o SENHOR se apresenta a Saulo como “JESUS” e não como “Miguel”. O texto de 1 TS. 4:16 usado para afirmar que JESUS é o arcanjo Miguel é torcido de seu contexto, para forçar tal entendimento… Vejamos:

“… o mesmo SENHOR descerá do céu com alarido e com voz de arcanjo e com a trombeta de DEUS…”

O que o texto fala é que “o alarido”, a “voz de arcanjo” e a “trombeta de DEUS” acompanharão a volta do SENHOR JESUS, e não que ELE descerá gritando com voz de arcanjo e tocando a trombeta!

A Palavra de DEUS deixa claro que a volta do SENHOR JESUS ocorrerá “ao som da última (sétima) trombeta – 1 CO. 15:52; MT. 24:31; AP. 11:15-18. Quem estará tocando a trombeta será um anjo, e não JESUS, da mesma forma, sendo Miguel o responsável pela nação de Israel, muito provavelmente será Miguel que fará “a chamada” do povo de Israel.

Os príncipes e principados espirituais foram criados por JESUS (CL. 1:16), e somente ELE tem “todo o poder” (MT. 28:18) sendo, portanto, “Todo Poderoso” (ver GN. 17:1).

O mesmo não acontece com Miguel, pois este, sendo um arcanjo (príncipe de anjos), é inferior a satanás, que é um “querubim ungido” – EZ. 28:14.

Na epístola de Judas (irmão de JESUS), DEUS, por meio de Judas está advertindo a que não falemos mal ou “contra” as autoridades (ver RM. 13:1,2), e cita Miguel, o arcanjo, como exemplo. Miguel, ao contender com satanás sobre o corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo infamatório contra o diabo. Por quê? Pelo fato de que na hierarquia espiritual Miguel é “inferior” à Satanás, o qual é um querubim, sendo, pois, superior a um arcanjo.

Fica evidente, nesse texto de Judas, que embora satanás seja inimigo de DEUS, ele é superior à Miguel, sendo, portanto, uma “autoridade espiritual acima dele”.

Não é o caso de JESUS!

Seu Nome está acima de todo nome (FP. 2:9) e diante dELE todo joelho se dobrará (FP. 2:9-11).

As Escrituras nos mostram que os seres angelicais não podem ser adorados – AP. 19:10; 22:8,9. JESUS repreendeu o Diabo (coisa que Miguel não podia fazer), quando o Diabo veio à JESUS e ofereceu-lhe as riquezas desse mundo se JESUS o adorasse.

Embora sendo um “querubim ungido”, nem mesmo Satanás deve ser adorado. JESUS afirma: “ao SENHOR teu DEUS, adorarás, e só a ELE servirás” – MT. 4:10; LC. 4:8.

Os seres espirituais sabem que somente DEUS deve ser adorado; somente esse querubim (outrora chamado Lúcifer – o portador da luz, ou “estrela da manhã / IS. 14:12-14) ousou desejar ser “semelhante ao Altíssimo”, cobiçando para si próprio aquilo que somente a DEUS pertence – a adoração.

Por esse motivo foi “condenado ao inferno”, para o “fogo eterno” preparado para ele e seus anjos – IS. 14:5; MT. 25:41.

A ideia de que, antes de nascer como homem JESUS era o arcanjo Miguel, e que depois de haver morrido como homem, voltou a ser o arcanjo Miguel, é refutadas pelas Escrituras. Basta examinarmos, sobre isto, os seguintes textos:

JO. 1:1-3, 10, 14

MT. 1:21-23

IS. 9:6

GN. 17:1; JO. 1:18

LC. 24:37-39

AT. 1:11; 3:20, 21; 9:1-5

E referências…

JESUS ressuscitou. O termo “ressuscitar” indica “voltar à vida”. ELE voltou à viver, e isto com Seu próprio corpo de carne e ossosLC. 24:37-39. Seu sangue foi totalmente derramado na cruz, como preço pela nossa salvação (AT. 20:28).

É interessante perceber, também, que em todas as suas aparições (após Sua ressurreição), JESUS sempre se identifica e se apresenta como sendo o homem JESUS, e não como Miguel o arcanjo – (1 TM. 2:5).